A essência da alma é, muitas vezes, ocultada. Seja por um abantesma psicótico que persegue as carcaças sem alma, nos dias de hoje, ou por simples medo de abrir-se. Eis que vós, que ostentais a difícil patente de ser humano, tens de combater infortúnios da vida. Porque, veja bem, lutaste com teu suor e sangue, brigaste com tudo e todos, desafiaste as leis da física e as regras diviníssimas.
A eternidade é um dogma celestial, cabe a ti, ser ínfimo, acreditar nela ou não.
Segundo Ato.
Sob a lua se escondem sentimentos contundentes, expulsos como forasteiros dos fétidos corações humanos. Tornar-lhe-ão uma criatura etérea, se bem deixares tais sentimentos entrarem no teu corpo, queimando suas veias e potencializando todos os seus músculos e nervos. Ouça bem, o segredo da eternidade por entre o mundo dos vivos, mas no fundo da selva abespinhada de tua alma. Procure-a com tua vida, e, um dia, terás a devida recompensa.
Sob a escuridão do mundo, o caminho que leva à maldição da eternidade.
Fim dos Atos.
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